Arquivo Faz Escola

Mostra Arquivo Faz Escola
As sessões Arquivo faz Escola têm por objetivo chamar a atenção do público escolar para a importância da preservação da memória cinematográfica, assim como promover a utilização do cinema como uma ferramenta de aprendizado e despertar o interesse pela produção nacional.

Inscrições de escolas: até 28/10,   clique aqui

TRINTA
Drama/Biografia,cor, 92’, 2014 
Diretor: Paulo Machline

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Trinta
Foto: Divulgação

 Sinopse: Cinebiografia do carnavalesco Joãosinho Trinta (Matheus Nachtergaele), o filme traça o retrato do artista a partir de um recorte no tempo. Dos anos 1960, quando se mudou do Maranhão para o Rio de Janeiro a fim de se tornar bailarino do Theatro Municipal; até 1974, ano em que assume o posto de carnavalesco da Acadêmicos do Salgueiro, tradicional escola de samba do carnaval carioca. Do anonimato à consagração, Trinta aborda a amizade e o rompimento de Joãosinho Trinta com o cenógrafo e carnavalesco Fernando Pamplona (Paulo Tiefenthaler), o preconceito sofrido dentro da própria família e a inveja despertada no barracão.

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A ALMA ROQUEIRA DE NOEL
Documentário, cor, 70’, 2011
Diretor: Alex Miranda

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A alma roqueira de Noel
Foto: Divulgação

Sinopse: O roqueiro Paulo Miklos mergulha no universo do samba e cria um show em homenagem ao centenário de Noel Rosa. O documentário mostra os bastidores do show, a visita à Velha Guarda da Vila Isabel; a parceria com o Quinteto em Branco e Preto e com importantes sambistas como Osvaldinho da Cuíca e Fabiana Cozza, além de participações do rapper e apresentador Rappin´ Hood e da compositora Malu Magalhães.

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O SAMBA QUE MORA EM MIM
Documentário, cor, 72’, 2011
Diretora: Georgia Guerra-Peixe

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O samba que mora em mim
Foto: Divulgação

Sinopse: É um documentário ambientado no Morro de Mangueira, na cidade do Rio de Janeiro, no período do pré-carnaval. O ponto de partida é a quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, lugar do reencontro da diretora Georgia Guerra-Peixe com sua própria história. É no inicio do documentário, em primeira pessoa, que a diretora conta o que o carnaval sempre significou na sua família e na sua vida. O olhar muito particular da diretora conduz este deixar-se ir continuo pelo morro; um caminhar que naturalmente vai adquirindo variações melódicas e cadências rítmicas diferentes, resultando na composição do que poderia ser chamado de samba enredo documental ou um samba de olhar. Além da quadra mora o samba de Georgia Guerra-Peixe. Um samba que é jeito de ser, de viver e também, mas não só, de cantar e dançar.

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